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| Imagem: Reprodução |
O
texto é produzido pela assessoria de comunicação social da Secretaria Estadual
de Saúde Pública do RN (Sesap/RN), na capital do estado.
"Para implantar os consórcios é preciso
primeiro vontade política", disse Maria de Fátima Fonseca Mota, diretora-geral
da Policlínica Dr. José Martins de Santiago, que fica em Russas e centraliza o
consórcio na região.
Segundo
ela, tendo em vista a crise na saúde no CE, há cerca de 10 anos, se pensou num
projeto capaz de desafogar os hospitais da rede pública, criando-se assim o
Programa de Expansão e Melhoria da Assistência Especializada à Saúde do Estado
do CE (Proexmaes), que foi fundamentado
em indicadores epidemiológicos e no envelhecimento populacional.
O
CE conta hoje com 19 Policlínicas e 16 Centros de Especialidades Odontológicas
(CEOS).
Os
recursos para a construção das policlínicas e dos CEOs foram financiados pelo
Banco Mundial, no valor total de 124 milhões de dólares, através de empréstimo
contraído pelo Governo do Estado cearense.
No
caso do Consórcio de Russas, são cinco municípios que formam o consórcio.
Além
disso, conta com cinco ônibus denominados de Transporte Sanitário para pegar e
deixar os pacientes em suas casas.
Para
manter as policlínicas, o Governo do Estado entra com 60% e os municípios com
os 40% restantes, cujo máximo é de 10% do valor do ICMS por município.
Cada
uma das policlínicas, todas climatizadas, oferecem atendimento em atenção
primária e só atendem aos municípios credenciados no consórcio.


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