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| Imagem: Assessoria/CNI |
A pesquisa revela que 28,7% dos entrevistados apontaram o salário como o principal diferencial da ocupação desejada, outros 22,4% assinalaram a estabilidade no emprego, enquanto 20,1% apontaram a perspectiva de crescimento na carreira.
O levantamento mostra que esses fatores superaram, por exemplo, a flexibilidade do horário de trabalho (19,3%) a possibilidade de trabalhar de casa/home office (15,9%) e a jornada de trabalho reduzida (9,8%), frisa nota extraída do portal oficial da CNI.

















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