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| Imagem: Assessoria/FJA |
Com curadoria de Maria Sucar e Walter Arcela, "a mostra
apresenta um conjunto de nove obras inéditas que investigam temas como
racialidade, memória, imigração, morte e sexualidade, transformando a arte em
um território de reflexão sobre os limites impostos aos corpos e às formas de
existir".
A
exposição, com acesso totalmente gratuito, permanece em cartaz até o dia 19 de julho próximo, um domingo, de acordo
com a informação oriunda da assessoria de imprensa da Fundação José Augusto (FJA), em
Natal.














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