Numa
entrevista prestada à rádio 94 FM, em Natal, o decano dos parlamentares
estaduais rechaçou a hipótese de forma enfática.
Disse
que não há condição de o filho assumir a função e colocou como obstáculos os
gargalos burocráticos e extrajudiciais.
Getúlio
afirmou que estas condições impedem a realização de um bom trabalho na pasta.
Para
quem ouviu a forma dele falar ficou mais nítida a impressão de que, na
realidade, o deputado está mesmo é querendo evitar que o filho enfrente uma
fogueira de fogo alto na Saúde estadual.

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