Revela
que o secretário-chefe de Gabinete do Governo, ninguém menos que o próprio
marido da governadora Rosalba, Carlos Augusto Rosado, põe em prática uma
estratégia que parece método da antiga KGB – a temida polícia política da
extinta União Soviética.
Ela
funciona assim: o todo-poderoso figurão do Governo envia pessoas de sua
estreita confiança (agentes secretos?) para fingirem-se de amigos de alguns
secretários.
A
tática tem um propósito claro: testar o nível de autonomia dos colaboradores da
gestão estadual.
Ou
seja, a autonomia que os secretários pensam que têm.
Diz-se
que o trabalho de patrulhamento está correndo solto pelos corredores do Centro
Administrativo, em Natal.
Por
esta e por outras, Carlos Augusto ganhou, em Mossoró, o apelido de “Ravengar”.

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