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| Imagem: João Gilberto/ALRN |
Na pauta da reunião, as dificuldades enfrentadas pelo setor, entre elas a portaria do Instituto de Gestão das Águas do RN (Igarn) que exige a outorga da água salgada depois de utilizada nos viveiros de camarão.
De acordo com a categoria, essa exigência contradiz a Lei nº 9.978, aprovada pelos deputados estaduais em 2015, denominada Lei Cortez Pereira, que regulamenta a atividade de carcinicultura em bases sustentáveis, desenvolvida no RN, dificultando e encarecendo as licenças ambientais do setor, frisa texto da assessoria de imprensa.


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