quinta-feira, 15 de abril de 2021

CNMP: Órgão alerta sobre aplicação de golpes usando nomes de membros do Ministério Público

Imagem: Ilustração
O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), por meio da Comissão de Preservação da Autonomia do Ministério Público (CPAMP), faz um alerta para a sociedade sobre a aplicação de golpes com a utilização de nomes de promotores e procuradores do Ministério Público.
Um procedimento foi instaurado para investigar essa prática, que se configura como crime de estelionato ou falsidade ideológica.
O anúncio foi feito terça-feira (13) durante a 5ª Sessão Ordinária de 2021.
De acordo com informações prestadas ao CNMP por ramos e unidades do Ministério Público, há uma quadrilha utilizando o aplicativo de mensagens WhatsApp para contatar Prefeituras e Câmaras Municipais, principalmente no estado de MG.
Os integrantes desse grupo identificam-se como promotores de Justiça e solicitam vantagens, como depósitos bancários e apoio de motorista e veículo durante deslocamento àquelas localidades.
Há também relatos de que a logomarca e o nome do Ministério Público Federal (MPF) estão sendo utilizados para a prática de um golpe, na internet, denominado phishing.
Nesse caso, e-mails são encaminhados a cidadãos com a informação que o destinatário está sendo intimado para comparecimento em audiências.
A mensagem contém um link que, quando clicado, permite ao golpista obter informações do computador da vítima.
A CPAMP alerta que os membros do Ministério Público não são autorizados a requisitar automóveis de instituições municipais, que têm sido os principais alvos desses golpes.
Outro esclarecimento é o de que o Ministério Público não faz intimações por e-mail.
Para denunciar ao CNMP a prática de algum golpe como os relatados acima, basta enviar um e-mail ao endereço cpamp@cnmp.mp.br.
A denúncia também pode ser feita às respectivas coordenadorias de Segurança Institucional dos ramos e unidades estaduais do Ministério Público, diz release encaminhado pela assessoria de comunicação social do CNMP, em Brasília.

Nenhum comentário:

Postar um comentário