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| Imagem: Ilusatração |
Ele
ocupou de 2014 a 2018, ilegalmente e ao mesmo tempo, dois cargos públicos, um
de analista administrativo na Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares
(Ebserh) - que administra hospitais universitários em todo o Brasil, inclusive
no estado; e, outro de técnico portuário na Companhia Docas do RN (Codern).
Ele
começou a trabalhar como técnico portuário em junho de 2008, tendo se desligado
somente em 13 de julho de 2018.
Em
novembro de 2014 assumiu o cargo na Ebserh, empresa pública ligada ao
Ministério da Educação, onde ainda atua.
Quando
tomou posse no cargo de analista administrativo, Jônatas Cosme declarou
expressamente que não ocupava outro cargo, função ou emprego público.
Para
o MPF, ele violou os princípios da moralidade e legalidade, bem como os deveres
de honestidade e lealdade às instituições.
Na
Codern, empresa pública ligada ao Ministério da Infraestrutura, a jornada de
Jônatas Cosme era de 12 horas de trabalho por 48 de descanso, totalizando 180
horas mensais.
Já
na Ebserh é de 40 horas semanais, descreve informação da assessoria de imprensa
do MPF potiguar, em Natal.
Portanto,
além de ilegal, a acumulação dos dois vínculos resultava em um total de 76
horas semanais trabalhadas, muito acima das 44 horas permitidas na
Constituição.
De
novembro de 2014 a julho de 2018, quando exerceu simultaneamente os dois cargos
públicos, Jônatas Cosme recebeu da Ebserh R$ 308 mil, em valores não
atualizados.
A AIA foi protocolada na Justiça Federal no RN (JFRN) sob o nº 0806219-39.2020.4.05.8400, finaliza a notícia vinda do órgão de comunicação social do MPF/RN..


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