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| Imagem: Reprodução |
O
estudo – veja AQUI –, publicado na revista inglesa Journal of Applied Ecology nesta segunda-feira (06) também revela
áreas preciosas e ainda relativamente intactas que poderiam servir para a
criação de novas Unidades de Conservação.
Pesquisa
anterior aponta que metade da caatinga já foi desmatada e que o que restou está
espalhado em cerca de 47 mil fragmentos, destaca informação do portal virtual
da UFRN na internet.


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