segunda-feira, 6 de julho de 2020

Ecossistema: Degradação da caatinga atinge também áreas preservadas, diz pesquisa

Imagem: Reprodução
A caatinga brasileira é extremamente rica em espécies vegetais e animais que só ocorrem nesta região do mundo, porém, pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Ecologia (PGE), do Centro de Biociências da Universidade Federal do RN (UFRN), na capital do estado, revela que a maioria das áreas não desmatadas da caatinga estão potencialmente degradas por ações humanas acumuladas ao longo de muitas décadas ou séculos.
O estudo – veja AQUI –, publicado na revista inglesa Journal of Applied Ecology nesta segunda-feira (06) também revela áreas preciosas e ainda relativamente intactas que poderiam servir para a criação de novas Unidades de Conservação.
Pesquisa anterior aponta que metade da caatinga já foi desmatada e que o que restou está espalhado em cerca de 47 mil fragmentos, destaca informação do portal virtual da UFRN na internet.

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