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| Imagem: Reprodução |
A
iniciativa é do Ministério Público do RN (MPRN), mediada pelo Núcleo Permanente
de Incentivo à Autocomposição (Nupa) e pelo Centro de Apoio Operacional às
Promotorias de Justiça de Defesa do Meio Ambiente (CAOP-Meio Ambiente), em
conjunto com o Ministério Público do Trabalho.
O
texto é publicado através da página eletrônica da instituição ministerial na
internet.
O
projeto atua de forma integrada, com a proposta de garantir uma solução
consensual para recuperação ou remediação de áreas degradadas, decorrentes do
acúmulo irregular de lixo.
A
ação foi criada com o intuito de atender a Política Nacional de Resíduos
Sólidos de forma provisória e enquanto não são efetivados os aterros sanitários
regionais.
Até
alcançar a meta de erradicar os lixões, a proposta dos acordos é implantar
aterros controlados em valas, como medida transitória de destinação final de
resíduos sólidos e melhorar a situação dos catadores.
O
propósito do MPRN em obter os acordos é conseguir efetivar ações que tragam
resultados a curto prazo e que, em seguida, sejam implantados os aterros
sanitários, para se alcançar o fim definitivo dos lixões no estado.
Além
desses quatro municípios, outras 55 cidades já firmaram acordos dentro do
projeto Lixo Negociado, que é
desenvolvido desde 2018.


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