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| Imagem: Reprodução |
A
gestora foi acusada pela agremiação de prática de captação ilícita de votos em
área rural de Baraúna e, além disso, ter tido dinheiro apreendido pela polícia.
A
partir de entendimento da relatoria do caso, prevaleceu perante o plenário do TSE
a tese de que os fatos não foram devidamente comprovados, segundo informação de
Sérgio Oliveira, da Rádio TSE, na
capital federal.


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