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| Imagem: Assessoria |
Mas,
na prática, alguns usuários da rede acabam negligenciando esse uso, depositando
coisas além do que a rede está dimensionada para receber.
Para
se ter uma ideia, no processo de tratamento de esgoto são retiradas
aproximadamente 23 toneladas de lixo sólido na rede por mês, apenas no sistema
de esgotos da capital, destaca informação de Beatriz Nascimento, da assessoria
de imprensa da estatal.
A
técnica em controle ambiental da Caern, Maiara Pereira, explica que os
materiais mais encontrados vêm das redes domésticas, sendo os mais comuns: óleo
de cozinha, copo descartável, saco plástico, garrafa pet, absorventes e
preservativos.
E,
se somada a quantidade de areia, decorrente de ligações indevidas de água de
chuva na rede de esgotos, essa quantidade pode mais do que dobrar, em alguns
meses chegando a 50 toneladas de material indevido na rede.
Estes
descartes ocasionam obstruções e podem acarretar transbordamentos para a via ou
até mesmo para dentro dos imóveis, trazendo riscos à saúde da população, além
de prejuízos materiais.


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