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| Imagem: Reprodução/IFRN |
A
notícia é veiculada através do portal eletrônico do IFRN.
O
projeto será coordenado pela professora Sandra Alves e conta com a participação
de professores do campus Ipanguaçu (Fátima Oliveira, Monalisa Porto e Renata
Nayara) e campus Canguaretama (Flávio Rodrigo e Márcio Maia) e será
desenvolvido na comunidade quilombola da Picada, em Ipanguaçu, que tem
reconhecimento pela Fundação Cultural Palmares desde 2010, e trabalha com
artesanato desde 2003.
O
objetivo principal será a utilização, de forma sustentável, da palha da
carnaúba e materiais que são descartados para a geração de renda de mulheres e
jovens. A proposta inclui a atividade de bolsistas da comunidade e estudantes,
bem como o replantio da carnaúba e da banana (matéria prima para a fabricação
de artesanato), implantação de hortas, além de cursos de capacitação,
fomentando assim, a geração de emprego e renda.
A
professora Sandra Alves, coordenadora do projeto, destacou a importância da
construção e disseminação de tecnologias sociais na produção agroecológica,
visando a inovação no manejo e produção sustentável, através das oficinas de
Agroecologia, uma das ações do projeto.
“Intencionamos a ampliação da produção do
artesanato da palha da carnaúba, como foco principal da proposta, para a
melhoria da qualidade de vida e erradicação da pobreza. Essa tecnologia é
pioneira e representa uma possibilidade sustentável e de rentabilidade dentro
da comunidade para os jovens e mulheres”, destacou a coordenadora do
projeto.


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