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| Imagem: Ilustração |
Desse
total, 65,7% dos recursos saíram das linhas do Fundo Constitucional de
Financiamento do Nordeste, operado com exclusividade pela instituição, conforme
definido ainda na criação do FNE, na Constituição de 1988.
Para
este ano, com a redução de taxas que já eram as mais atrativas do mercado, a
expectativa é de superação destes números, destaca informação da assessoria de
imprensa da instituição.
Para
bater seu próprio recorde, a Superintendência Estadual do RN está desenvolvendo
trabalho baseado no planejamento extremo das ações.
Na
verdade, o trabalho começou há dois anos, durante a programação da aplicação
dos recursos do FNE 2017.
Maior
necessidade das empresas por capital de giro; demanda crescente por
investimentos em energias renováveis e infraestrutura, entre outros itens,
pautaram a atuação das agências. Infraestrutura, inclusive, foi a rubrica que
mais exigiu recursos, fechando o ano com R$ 406,8 milhões contratados.
Tanto
os segmentos rurais quanto os urbanos, contemplados com recursos do FNE,
apresentaram crescimento no estado.
Comércio
e Serviços registrou a maior alta, 40,2% e volume de R$ 393 milhões em
negócios.
A
indústria contratou R$ 64,3 milhões, 19% a mais que em 2016. Pecuária, com
crescimento de 11,7% e R$ 153,6 milhões em financiamentos, e Agricultura, com
8,6% a mais nas contratações e R$ 55,3 milhões liberados, vieram em seguida.


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