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| Imagem: Reprodução |
O
relato é procedente da assessoria de comunicação do Instituto, na capital do
estado.
Apesar
da boa notícia, a cota mínima de água do manancial antes de entrar no chamado
volume morto é de 35m e atualmente ela se encontra com 35,03m, ou seja, a
diferença é de apenas 3 centímetros, como o consumo médio é de 2cm por dia no
reservatório, se não houver reposição de águas, ele poderá voltar ao nível
crítico ainda esta semana.
Dos
47 reservatórios com capacidade superior a 5 milhões de metros cúbicos,
monitorados pelo Governo do Estado, por meio do Igarn, 17 continuam em volume
morto e 15 estão secos.
No
relatório divulgado posteriormente ao carnaval, 17 estavam em volume morto e 16
secos.
O
açude Marcelino Vieira, situado na cidade de mesmo nome, estava seco e agora se
encontra com 371.988 mil metros cúbicos, ou 3,32% do seu volume total que é de
11,200 milhões de metros cúbicos, ou seja, está em volume morto.
Com
relação aos outros dois maiores reservatórios estaduais, a situação permanece
estável, já que mesmo com a utilização de suas águas, seus índices permaneceram
muito parecidos.
Segundo
maior reservatório do RN, a barragem Santa Cruz do Apodi praticamente não teve
mudança no seu volume e está com 13,84%, o que corresponde a 82,978 milhões de
metros cúbicos dos 599 milhões que acumula quando cheia.
A
barragem de Umari, em Upanema, também seguiu o mesmo cenário, permanecendo com
13% de sua capacidade, 39,230 milhões de m³ dos 292 milhões que acumula no seu
volume total.
A
Bacia Apodi/Mossoró está com 129,113 milhões de metros cúbicos, o que
corresponde a 11,73% da sua capacidade hídrica superficial total. Já a Bacia
Piranhas-Açu está com 355,667 milhões de m³, 11,99% do seu volume total
superficial, a pesar do valor apresentado, nesta bacia, mesmo com a utilização
das águas dos principais mananciais, houve um pequeno aumento de volume, ainda
que irrisório do ponto de vista percentual.


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