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| Foto: Reprodução |
Astrônomos
da Universidade de SP (USP) e da Universidade Federal do RN (UFRN)
identificaram a primeira estrela gêmea do sol, rejuvenescida por estrela
companheira.
A
descoberta pode auxiliar a desvendar o mistério de algumas estrelas similares
ao Sol, mas que apresentam baixo conteúdo de berílio, segundo informação do
portal virtual da UFRN.
A
estrela estudada é a HIP 10725, uma
das gêmeas solares observadas pelo astrônomo e professor do Instituto de
Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP, Jorge Meléndez em
2009, por meio do telescópio Very Large Telescope (VLT) de oito metros e
pertencente ao Observatório Europeu do Sul (European Southern Observatory, ESO).
A
idade da HIP 10725 é de cinco bilhões
de anos – similar à do sol –, porém a estrela tem uma rotação tão rápida quanto
estrelas de apenas um bilhão de anos.
O
mistério da baixa abundância de berílio poderia ser explicado pela alta
rotação, que aumentaria significativamente a destruição desse elemento químico.
A
equipe de pesquisadores é formada por Lucas Schirbel, Jorge Melendez, Marcelo
Tucci Maia (IAG/USP), Marcos A. Faria (Universidade Federal de Itajubá),
Matthieu Castro, José-Dias do Nascimento Jr. (UFRN), Amanda I. Karakas, Martin Asplund, David Yong, Louise Howes (The
Australian National University), Ivan Ramirez (University of Texas at Austin),
e Maria Lugaro (Konkoly Observatory, Research Centre for Astronomy and Earth
Sciences, Hungarian Academy of Sciences).


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