A
taxa de desemprego nas seis principais regiões metropolitanas em setembro ficou
praticamente estável em relação a agosto, ao subir de 5,3% para 5,4% da
População Economicamente Ativa (PEA), segundo pesquisa do Instituto Brasileiro
de Geografia e Estatística (IBGE).
Essa
estabilidade, no entanto, só ocorreu por causa da saída do mercado de um grande
contingente de pessoas.
A
reportagem é de Arícia Martins e publicada nesta sexta-feira (25) pelo jornal Valor.
De
agosto para setembro, 119 mil pessoas entraram na População Não Economicamente
Ativa (PNEA), que aumentou 0,6% no período, para 18,46 milhões.
Na
mesma comparação, a população ocupada subiu apenas 0,1%, e a População
Economicamente Ativa (PEA) teve crescimento zero.
Em
relação a setembro de 2012, a população não economicamente ativa teve expansão
mais forte, de 2,5%, segundo cálculos da LCA Consultores.
Os
maiores responsáveis por esse movimento foram pessoas mais velhas, de 50 anos
ou mais - alta de 8,5% na parcela de “inativos” sobre setembro do ano passado –
e, também, a faixa etária de 18 a 24 anos, com avanço de 1,7%.
Nos
demais segmentos (10 a 14 anos, 15 a 17 anos e 25 a 49 anos), houve retração na
PNEA.


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