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| Imagem: Ilustração |
Conforme nota do setor de imprensa do MPF, o cultivo vinha trazendo riscos à aldeia da Lagoa do Tapará, do povo Tapuia Tarairiús, localizada vizinha às propriedades.
A liminar foi concedida junto do recebimento da ação do MPF, que aponta uma série de crimes ambientais cometidos pelo agrônomo em áreas próximas à aldeia indígena.
Ele promoveu desmatamentos e queimadas frequentes para o cultivo de cana-de-açúcar, na região, sem as devidas licenças ambientais e descumprindo normas legais, diz o texto.
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