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| Imagem: Reprodução |
Denominado de Operação Faraó, o cumprimento dos mandados tem relação com a investigação de ilícitos no projeto Sífilis Não, e foi realizada pelo MPF com o apoio técnico da CGU, registra informação da assessoria de imprensa do MPF, em Natal.
Essa investigação teve início em 14 de agosto de 2018, quando um representante anônimo denunciou ao MPF que o proprietário da agência publicitária brasiliense Fields, identidade não revelada, teria feito acordos escusos para celebrar um contrato de R$ 50 milhões com a Fundação Norte-rio-grandense de Pesquisa e Cultura (Funpec), destinado à realização de uma campanha publicitária sobre a sífilis.
Tal campanha era parte do projeto Sífilis Não, coordenado pelo Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (Lais), pertencente à Universidade Federal do RN (UFRN).
Os prejuízos ao erário calculados até o momento foram estimados em R$ 26.547.818,06, o que motivou que os envolvidos tivessem seus bens indisponibilizados por ordem judicial, na proporção dos atos individuais que praticaram, complementa a informação, que pode ser lida integralmente no portal eletrônico da Procuradoria da República do RN (PR/RN).


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