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| Imagem: Reprodução/UFRN |
Dessa vez é um processo ágil de fabricação de nanomateriais a base de carbono, como óxido de grafeno e óxido de grafeno reduzido, utilizando resíduos sólidos gerados das indústrias têxteis e de plásticos, por exemplo, como principal fonte de matéria-prima.
Os cientistas José Heriberto Oliveira do Nascimento e Rivaldo Leonn Bezerra Cabral (foto) explicam que a aplicação da nova tecnologia promove uma rota mais rápida e barata de produzir materiais alternativos ao grafeno puro, como o óxido de grafeno e óxido de grafeno reduzido, a partir de biomassa residual sólido de fibras, fios, tecidos ou malhas a base de lignina e celulose da indústria têxtil, diz nota da assessoria de imprensa da UFRN.


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