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| Imagem: Ilustração |
O
acordo foi motivado por um inquérito civil instaurado pela unidade ministerial
para apurar o descarte irregular de metralha às margens do rio, diz informação
do portal virtual do MPRN.
De
acordo com o prefeito, a metralha se destina à nivelação do solo da margem da
rodovia para que as pessoas da localidade tenham por onde transitar. Como a
pista não possui acostamento, as pessoas se expõem a risco de atropelamento.
Assim,
a primeira medida que o Município deverá tomar será verificar se a rodovia é
municipal, estadual ou federal, para pedir autorização aos órgãos competentes
para utilização da faixa de domínio da via.
A
partir disso, o ente municipal irá elaborar projeto para a realização de uma
passarela ou um acostamento da via.
Por
fim, o município também se comprometeu a solicitar licença do órgão ambiental
competente para a realização da obra, uma vez que se trata de rodovia às
margens de braço de rio.
Porém,
até a realização da obra no local, a metralha ali colocada terá que ser
retirada e transferida para o aterro controlado do município ou outro local
permitido pela legislação em vigor.
Caso
a metralha não seja retirada, acarretará o ajuizamento das ações cíveis,
administrativas ou criminais cabíveis, ou o encaminhamento à autoridade que
para tanto tiver atribuição.


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