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| Imagem: Reprodução |
O
MPRN ajuizou ACP por Ato de Improbidade Administrativa contra o município, José
de Deus Barbosa Filho, Fundação Instituto de Educação, Cultura, Pesquisa,
Gestão e Formação (INEP), Sociedade Educacional Carvalho Gomes S/S Ltda.,
Fernando Ferreira de Menezes, Marcos César Cavalcante de Matos e membros da Comissão
Permanente de Licitação (CPL).
A
Comissão é composta por Manuella Simone dos Santos Oliveira, Maria de Fátima de
Silva Fonseca e Hélio Santiago Lopes Júnior.
A
ação foi proposta em virtude de suposto cometimento de ato de improbidade
administrativa consistente na violação aos dispositivos da Lei nº 8.429/92,
sustentando que o concurso público, que seria realizado em 06 de novembro de
2005, estaria eivado de irregularidades, dentre elas, ausência de publicação de
edital.
Outras
irregularidades também foram levantadas, tais como: montagem de processo
licitatório nº 027/2005 que culminou com a vitória da INEP; ausência de vagas
percentualmente estipuladas para deficientes; dúvida quanto ao endereço da
empresa vencedora da licitação; timbres idênticos das duas empresas
concorrentes na licitação; ausência de entrega de cartão de inscrição aos
candidatos; ausência de envio de carta convite; inscrição de candidato em cargo
diverso do escolhido; e, comissão do concurso composta por apenas dois
servidores não efetivos.
A
reportagem completa, na página virtual do Tribunal de Justiça do RN (TJRN),
pode ser lida AQUI.


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