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| Imagem: Ilustração |
Francisco
Linduarte Lopes e Francisca Lopes de Souza foram condenados por fraudes na
emissão de licenças ambientais para empresas privadas.
O
caso foi descoberto pela Operação Malha
Verde, em 2012.
O
julgamento ocorreu na última terça-feira (25) no TRF5, salienta informação da
assessoria de imprensa do MPF/RN, na capital do estado.
Segundo
consta no processo, o servidor Francisco Linduarte, na condição de chefe da
Unidade, cedeu a sua senha de acesso no Cadastro Técnico Federal (CTF) para que
a filha prestasse assessoria ambiental a empresas que objetivavam a
regularização perante o órgão.
As
apurações apontaram que Francisca de Souza, com o intuito de conseguir
clientela, argumentava que o seu pai resolveria qualquer problema que surgisse
no Ibama.
Ela
fraudou o sistema do CTF para alterar datas de validade das licenças ambientais
dos seus clientes e manter a situação regular na instituição.
Sindicância
realizada pelo Ibama concluiu que Francisco Linduarte permitiu que a sua filha
transitasse livremente e distribuísse o cartão de sua empresa de assessoria nas
dependências do escritório, bem como utilizasse os computadores do instituto
para lançar as informações das empresas assessoradas, além de dar prioridade ao
atendimento das solicitações de seus clientes.
O
TRF5 manteve as seguintes punições a Francisco Linduarte e Francisca de Souza:
suspensão dos direitos políticos pelo prazo de cinco anos, pagamento de multa e
proibição de contratar com o poder público ou receber benefícios ou incentivos
fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, pelo prazo de cinco anos.


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