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| Imagem: Assessoria/Reprodução |
Conforme
informação da assessoria de imprensa do Ministério Público Federal (MPF) o
evento, a procuradora destacou a importância de se estimular a participação
feminina no cenário político, tendo em vista que a Constituição prevê igualdade
e isonomia.
Cibele
Benevides explicou que no MPF apenas 29% das vagas são ocupadas por mulheres,
ao tempo em que nas faculdades de Direito há uma quantidade igual ou superior
de mulheres nas salas de aula.
“No Ministério Público Federal as mulheres se
inscrevem menos que os homens e são aprovadas também em menor número, muito
provavelmente em razão de se tratar de um concurso nacional, com primeira
residência em locais distantes, longe da família, além da questão dos riscos à
segurança pessoal. São problemas enfrentados, tradicionalmente, com mais
facilidade pelos homens”, explicou.
Para
a procuradora regional eleitoral a dificuldade de inserção em redutos
masculinos é replicada na seara política: o Brasil ocupa a 152ª posição no ranking
de 193 países elaborado pela Inter-Parliamentary Union, sendo considerado o
pior país, em representação feminina no parlamento, da América do Sul.
“No contexto mundial, a subrepresentação
feminina no parlamento brasileiro é tão gritante que perde para países como
Ruanda, Etiópia, Afeganistão e Arábia Saudita”, observou.


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