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| Imagem: Ilustração |
A
arrecadação de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços
(ICMS) no Brasil alcançou R$ 214,8 bilhões no primeiro semestre de 2017, ante
R$ 205,2 bilhões em igual período de 2016, significando um ganho real de 0,5%
no período em análise.
A
concentração do imposto é refletida na distribuição do tributo em termos
regionais.
O
Sudeste respondeu por quase a metade do ICMS arrecadado no período de janeiro a
junho de 2017, precisamente 49,2%.
A
seguir, ficaram o Sul (18,9%); Nordeste (16,6%); Centro-Oeste (9,4%); e Norte
(5,9%).
Especificamente
no Nordeste, o ICMS cresceu 6,7% em termos nominais no primeiro semestre de
2017.
Descontada
a inflação, implicou um ganho real de 2,4%, destaca informação do Diário
Econômico e do Banco do Nordeste (BNB), publicada pelo site da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN
(Fecomércio/RN).
Nas
demais regiões, ocorreram incrementos de arrecadação em termos reais no Sul
(+6,6%) e Centro-Oeste (+1,2%). Norte (-5,9%) e Sudeste (-1,7%) apresentaram
perdas.
A
arrecadação de ICMS no Nordeste totalizou R$ 35,6 bilhões no primeiro semestre
de 2017, ante R$ 33,4 bilhões em igual período de 2016.
O
MA (-1,0%) e o ES (-2,8%) foram os únicos estados pertencentes à área de
atuação do BNB que registraram perdas reais de arrecadação no primeiro semestre
de 2017.
Dentre
os que tiveram crescimento, o RN foi o mais tímido, com +0,3%.
Segue
o desempenho das demais unidades federativas: SE (+4,3%), PB (+3,8%), PE
(+3,4%), PI (+3,3%), BA (+2,6%), AL (+2,2%), CE (+2,2%), MG (+1,8%).
A
arrecadação somada dos setores secundário, terciário, energia, petróleo,
combustíveis e lubrificantes alcançou 95,7% da arrecadação total do ICMS no
Nordeste no primeiro semestre de 2017.


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