quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Emater/RN: Programa Compra Direta executará R$ 1,6 milhão até o final de 2017

Imagem: Assessoria/Emater
Extensionistas rurais que atuam no Programa de Aquisição de Alimentos – PAA Compra Direta, em todas as regiões do estado, receberam esta manhã novas orientações operacionais para o próximo ano.
O programa promete injetar na agricultura familiar do RN, somente neste segundo semestre, R$ 1.631.443,50, sendo que, no primeiro semestre do ano, foram aplicados R$ 1.723,182,10, descreve nota vinda da assessoria de imprensa do Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural do RN (Emater/RN), na capital do estado.
O Programa Compra Direta é um instrumento de apoio à comercialização da produção dos agricultores familiares, onde o Governo do Estado, através da Emater/RN, compra a produção de agricultores e doa para entidades socioassistenciais, como creches, escolas, asilos, entre outras.
O objetivo principal do programa é beneficiar os agricultores familiares e as pessoas em vulnerabilidade alimentar e nutricional.
Até dezembro de 2017, o Compra Direta funcionará nos moldes do Termo de Adesão firmado com os municípios em 2012.
Dos 1.992 produtores que pactuaram com o Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA), foram atingidos até agora 1.180.
Das entidades socioassistenciais, assinaram o termo de adesão 2034 e 950 são beneficiadas até agora.
Segundo a equipe gestora do programa, até o final deste ano os técnicos da Emater devem trabalhar com os mesmos produtores cadastrados em 205 e os mesmos tipos de produtos.
O valor anual permitido para comercialização continua sendo R$ 6.500,00 por DAP ativa – ou o saldo que restar desse valor.
É de responsabilidade dos técnicos da Emater fazer a pesquisa de preço dos produtos que podem ser comercializados no programa, em seus municípios de atuação, e obedecer a algumas regras para cadastrar produtores a partir do ano que vem.
Entre elas, pelo menos 40% dos participantes devem ser agricultoras; 5% dos produtos devem ser orgânicos, e no máximo 15% de produtos ricos em açúcares.
A orientação é que seja feita uma rotatividade dos produtores e priorizados os que atuem no município onde os produtos serão consumidos pelas entidades socioassistenciais.

Nenhum comentário:

Postar um comentário