quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

CNT: Confederação divulga pesquisa inédita sobre Perfil dos Taxistas do país

Foto: Reprodução
A Confederação Nacional do Transporte divulgou nesta quinta (28) na internet (www.cnt.org.br) sua primeira Pesquisa CNT de Perfil dos Taxistas, com informações gerais sobre o profissional e a atividade. Foram entrevistados 1.001 taxistas nas principais regiões metropolitanas de 12 unidades da federação.
A pesquisa foi realizada entre os dias 04 e 14 de novembro de 2015 em locais de grande fluxo de taxistas, como regiões centrais, aeroportos, estações rodoviárias, de metrôs e de trens urbanos.
Os taxistas responderam questões sobre saúde, rotina de trabalho, segurança e concorrência com o Uber, entre outros assuntos, relata informação da assessoria de imprensa da CNT.
A maioria (94,9%) acredita que houve diminuição na demanda por seus serviços no ano passado.
Para 43%, o motivo foi a crise econômica do país e 30,3% consideram que a causa seja consequência do transporte clandestino/ilegal.
Mais de dois terços (72%) são taxistas há mais de cinco anos e 93,9% possuem veículos com até seis anos de uso.
A maior parte (45,7%) concluiu o ensino médio.
Entre os pontos positivos citados em relação à profissão, 62,3% alegam ter autonomia para definir o horário de trabalho e 40,7% gostam da flexibilidade da jornada.
Mas 74,6% consideram a profissão perigosa e 51,4%, desgastante.
Ao comentar sobre os riscos, 28,5% disseram ter sido vítimas de assalto pelo menos uma vez nos últimos dois anos.
Os taxistas comentaram o que pensam sobre o aplicativo Uber.
Entre os 92,1% que já ouviram falar desse serviço de transporte de passageiros, 72,0% disseram ser contra a legalização.
Outros 59,9% consideram a possibilidade de oferecer um serviço diferenciado em seu táxi para torná-lo mais vantajoso na concorrência com o Uber.
Nas cidades onde o Uber opera (Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo), 68,6% dos taxistas perceberam impacto negativo em sua atividade devido a esse serviço, pois houve diminuição de passageiros.

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