O
órgão de classe representativo do empresariado do RN que atua no comércio de
combustíveis junto ao consumidor final fez chegar à sociedade potiguar esta semana mais uma Nota Oficial assinada pela sua Diretoria, nos seguintes
termos:
O Sindicato do
Comércio Varejista dos Derivados de Petróleo do Rio Grande do Norte vem a
público externar sua preocupação com as mais recentes medidas adotadas pelo
Governo Federal e ratificadas pela Petrobras que, segundo informou através da
imprensa nacional, reajustará o preço do combustível repassado aos revendedores
em R$ 0,22. A situação é extremamente preocupante sob vários aspectos. O
primeiro deles é o fato de que o revendedor, que já tem uma reduzida margem de
lucro, não terá como absorver o aumento do combustível vindo das
distribuidoras. Importante também atentar que, além da retomada da taxação do
PIS e Cofins e da volta da CIDE (Contribuição de Intervenção no Domínio
Econômico) nos referidos combustíveis, o preço do produto também deverá ter
reflexo do reajuste do salário mínimo, da energia e ainda da própria pauta fiscal
(ICMS, que é de 27 por cento), entre outros. Por todos esses aspectos, o
Sindipostos esclarece que o reajuste do preço do combustível no Rio Grande do
Norte tende a ocorrer como reflexo do aumento da carga tributária, reajuste dos
insumos (mão de obra, energia e frete) e ainda da própria pauta fiscal. No
entanto, pela característica do negócio de preço livre e ampla concorrência, os
valores (preços finais dos combustíveis na bomba) ficarão a cargo de cada
revendedor.


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