Como
era de se esperar, a mudança encontra bastante resistência.
O
ministro Marco Aurélio Mello, que é contra o projeto, alega que aproveita esse
tempo de descanso para reduzir a pilha de processos em seu gabinete.
Para
a presidente da Associação dos Magistrados do RN (Amarn), juíza Hadja Rayanne
Alencar - foto -, as férias dos magistrados são uma prerrogativa institucional de uma
carreira típica de Estado.
Para a presidente, é
preciso ressaltar que apesar da polêmica estar instalada somente em torno da
magistratura diversas carreiras gozam do benefício de 60 dias de férias:
Ministério Público, Procuradorias do Estado e Município, vereadores, deputados.

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