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| Imagem: Ilustração |
As
investigações apontam que o médico agiu de forma consciente e voluntária, além
de inserir os dados falsos no sistema informatizado do INSS, com a finalidade
de proporcionar vantagem ilícita à segurada.
A
notícia é prestada pela assessoria de comunicação social do MPF norte-rio-grandense,
na capital do estado.
A
denúncia é baseada em Inquérito Policial e Ação Penal que investigam Maria
Josilene e Maria José Honório por fraude para obtenção de benefício indevido
junto à autarquia.
De
acordo com o colaborador do MPF na ação, o médico estaria envolvido em diversos
casos forjados, com participação do servidor do INSS João Ferreira Cândido
Neto, que direcionava perícias específicas para o denunciado.
“Constata-se que,
no âmbito da estrutura criminosa que se desenvolveu no INSS para concessão de
benefícios fraudulentos, João Ferreira Cândido Neto sempre agendava as perícias
médicas para o médico Antônio Carlos Barbosa, a fim de que ele inserisse no
sistema do INSS dados falsos”, atesta a denúncia de autoria do
procurador da República Fernando Rocha.
A
inserção de informações falsas em sistemas ou bancos de dados da Administração
Pública com o fim de obter vantagens, ou para causar dano, é crime tipificado nos
artigos 71 e 313-A do Código Penal.
O
MPF dispensou Inquérito Policial específico para a denúncia, e pediu que ela
tramite em conexão com a Ação Penal nº 0805631-03.2018.4.05.8400, que a
fundamenta.


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