Quase
dois anos depois do início das obras, o valor não para de subir.
Já
supera R$ 30 bilhões e pode aumentar ainda mais com as dificuldades para levar
a construção adiante.
A
reportagem é de Renée Pereira e publicada pelo jornal O Estado de São Paulo
ontem (12).
Com
a sequência de paralisações provocadas por índios e trabalhadores, estima-se
que a obra esteja um ano atrasada.
Se
continuar nesse ritmo, além dos investimentos aumentarem, a concessionária
poderá perder R$ 4 bilhões em receita.
O
vaivém dos números da terceira maior hidrelétrica do mundo deve acertar em
cheio a rentabilidade dos acionistas, que em 2010 estava calculada em 10,5%.
Hoje,
as planilhas dos analistas de bancos de investimentos já apontam um retorno
real de 6,5% ao ano.
A
Norte Energia, concessionária responsável pela construção da usina de 11.233
megawatts (MW) no Rio Xingu, evita falar de indicadores financeiros e afirma
apenas que os valores (de R$ 25 bilhões) foram corrigidos para R$ 28,9 bilhões.

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