Imagem: Ilustração |
O plano prevê a perda operacional de até 5% das doses enviadas pelo Ministério da Saúde ao estado.
Com as informações solicitadas à Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap), ficou claro que a previsão de perda operacional está de acordo com as melhores técnicas e com as instruções do Ministério da Saúde.
O MPF destacou que as campanhas de vacinação devem considerar, no planejamento, as perdas de doses, causadas por motivos técnicos – como esgotamento do prazo de validade – ou casos fortuitos e de força maior – como a quebra acidental de frascos ou problemas no acondicionamento térmico.
Os planos estaduais de outros estados, como ES, SC, AM, MS e MA, também incluíram a mesma possibilidade, cita informação da assessoria de imprensa da Procuradoria da República do RN (PR/RN), na capital do estado.
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