segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Protesta Brasil: Editora Prata lança o primeiro livro sobre as manifestações de rua no país

Este não é um livro sobre qualquer acontecimento ou o eventual olhar de uma única pessoa, bandeira ou interesse frente à indignação da população brasileira, destaca a Lílian Comunica – Assessoria de Imprensa, sobe a publicação Protesta Brasil – Das Redes Sociais às Manifestações de Rua.
É um livro feito pelo olhar de milhões de brasileiros, que durante as manifestações de junho de 2013 criaram a maior mobilização em número de pessoas já vista pelo mundo e pelo Brasil na sua história.
“Estima-se que mais de dois milhões de menções foram feitas nas redes Twitter, Facebook, Youtube e Google, e que mais de 132 milhões de pessoas foram impactadas, por essas postagens, criadas por 941.295 usuários únicos” (página 38).
Desprezo pelos políticos corruptos, revolta contra o roubo de verba pública, alto preço das passagens dos transportes públicos, insatisfação com os investimentos em educação e saúde e os 33 bilhões de reais projetados para os gastos na Copa do Mundo foram algumas das muitas revoltas que levaram o povo brasileiro a bradar nas ruas.
“Na primeira pesquisa do Ibope, feita entre 15 e 17 de junho, 60% dos entrevistados acreditavam que os protestos continuariam até a redução das tarifas dos transportes públicos e 33% acreditavam que os protestos permaneciam mesmo após a redução das tarifas” (página 21).
Protesta Brasil – Das Redes Sociais às Manifestações de Rua, dos professores Edson Fernandes e Ricardo de Freitas Roseno, levanta o papel das redes sociais, os ativistas digitais e os impactos na sociedade durante as manifestações; discute o problema das bandeiras partidárias e dos profissionais de mídia hostilizados; revela a violência entre os manifestantes pacíficos, os grupos radicais e a polícia e aponta os políticos acuados pelo grito do povo – o que possivelmente continuará transformando a vida dos brasileiros.
“A herança da ditadura militar no Brasil permaneceu como um DNA desde o golpe de 1963, infectando a democracia brasileira. No Estado democrático, a polícia não pode usar os mesmos mecanismos que um Estado ditatorial usa. Criar novos modelos de segurança requer rever os princípios em um regime de Estado democrático, cuja força policial e o poder dos governos sejam alinhados com os direitos da sociedade civil” (página 90).
O release distribuído pela assessoria de comunicação frisa que é uma obra “quente”, viva e verdadeira que acompanha e analisa detalhadamente o movimento popular a cada dia, com aqueles que compartilham o sonho de mudar o país para melhor e o respeito por aqueles que fazem desta mudança um “Brasil Novo”.

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