Este
não é um livro sobre qualquer acontecimento ou o eventual olhar de uma única
pessoa, bandeira ou interesse frente à indignação da população brasileira, destaca
a Lílian Comunica – Assessoria de Imprensa, sobe a publicação Protesta Brasil – Das Redes Sociais às
Manifestações de Rua.
É
um livro feito pelo olhar de milhões de brasileiros, que durante as
manifestações de junho de 2013 criaram a maior mobilização em número de pessoas
já vista pelo mundo e pelo Brasil na sua história.
“Estima-se que mais de dois milhões de
menções foram feitas nas redes Twitter, Facebook, Youtube e Google, e que mais
de 132 milhões de pessoas foram impactadas, por essas postagens, criadas por 941.295
usuários únicos” (página 38).
Desprezo
pelos políticos corruptos, revolta contra o roubo de verba pública, alto preço
das passagens dos transportes públicos, insatisfação com os investimentos em
educação e saúde e os 33 bilhões de reais projetados para os gastos na Copa do
Mundo foram algumas das muitas revoltas que levaram o povo brasileiro a bradar
nas ruas.
“Na primeira pesquisa do Ibope, feita entre
15 e 17 de junho, 60% dos entrevistados acreditavam que os protestos
continuariam até a redução das tarifas dos transportes públicos e 33% acreditavam
que os protestos permaneciam mesmo após a redução das tarifas” (página 21).
Protesta Brasil –
Das Redes Sociais às Manifestações de Rua, dos professores Edson Fernandes
e Ricardo de Freitas Roseno, levanta o papel das redes sociais, os ativistas
digitais e os impactos na sociedade durante as manifestações; discute o
problema das bandeiras partidárias e dos profissionais de mídia hostilizados;
revela a violência entre os manifestantes pacíficos, os grupos radicais e a
polícia e aponta os políticos acuados pelo grito do povo – o que possivelmente
continuará transformando a vida dos brasileiros.
“A herança da ditadura militar no Brasil
permaneceu como um DNA desde o golpe de 1963, infectando a democracia
brasileira. No Estado democrático, a polícia não pode usar os mesmos mecanismos
que um Estado ditatorial usa. Criar novos modelos de segurança requer rever os
princípios em um regime de Estado democrático, cuja força policial e o poder
dos governos sejam alinhados com os direitos da sociedade civil” (página 90).
O
release distribuído pela assessoria de comunicação frisa que é uma obra
“quente”, viva e verdadeira que acompanha e analisa detalhadamente o movimento
popular a cada dia, com aqueles que compartilham o sonho de mudar o país para
melhor e o respeito por aqueles que fazem desta mudança um “Brasil Novo”.


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