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| Imagem: João Gilberto/Assessoria |
A
PEC altera o ato das disposições constitucionais transitórias com o objetivo de
estabelecer parâmetros para o crescimento sustentável das despesas de todos os
poderes e órgãos autônomos vinculados ao orçamento fiscal do estado, esclarece
texto da assessoria de imprensa da ALRN.
“Essa é uma matéria importante para o Estado.
No entanto é preciso uma discussão mais profunda para que a PEC possa seguir
para a Comissão Especial. Vamos nos debruçar na questão constitucional. Antes o
PT dizia que isso era ruim, agora é bom?”, questionou o deputado Allyson
Bezerra, que tem três dias para devolver o processo para a Comissão.
O
deputado George Soares (PR), que é líder da bancada do governo, defendeu a
iniciativa do Executivo e disse que se os governos anteriores tivessem tomado
essa providência, o estado não estaria na situação em que se encontra.
“Esse projeto é diferente em relação ao do
governo Federal. Ele não estabelece teto e sim um regulador. As despesas só
podem aumentar até 70% quando aumentar a receita corrente líquida”,
explicou o deputado George Soares.
A
deputada Isolda Dantas (PT) também argumentou na mesma linha, acrescentando que
foram excluídas da PEC as áreas essenciais: Saúde, Educação e Segurança.
Duas
outras matérias foram baixadas em diligência e oito foram aprovadas.
Participaram
da reunião os deputados Raimundo Fernandes (PSDB), Kleber Rodrigues (Avante),
Allyson Bezerra, Isolda Dantas, Hermano Morais (MDB), Coronel Azevedo (PSL),
George Soares e Francisco do PT.


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