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| Imagem: Reprodução |
Em
24 de março do ano passado, o então servidor entrou no prédio da
Procuradoria-Geral de Justiça do RN (PGJ/RN), em Natal, e atirou contra os
promotores Rinaldo Reis (então procurador-geral de Justiça), Wendell Beetoven e
Jovino Pereira.
Guilherme
Wanderley alegou que o motivo para o crime foi a insatisfação com relação a
medidas administrativas adotadas pela equipe do PGJ.
Na
sentença de pronúncia, o magistrado determinou que o réu seja julgado por um
júri popular, pela prática do crime de tentativa de triplo homicídio
qualificado, por ter sido praticado à traição, de emboscada, ou mediante
dissimulação ou outro recurso que dificulte ou torne impossível a defesa do
ofendido.
Segundo
a denúncia do MPRN a ação foi premeditada.
O
réu se valeu das facilidades de acesso ao prédio, devido ao ser cargo como
Assessor de um Procurador de Justiça, entrou no local e efetuou as tentativas
de homicídio.
O
julgador entendeu que o Incidente de Insanidade Mental ao qual foi submetido o
acusado não apontou de modo seguro a inimputabilidade do réu.
Ainda
na sentença de pronúncia, o magistrado José Armando Ponte manteve a prisão
preventiva do réu pelos crimes.


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