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| Foto: Reprodução |
Com
relação às medidas anunciadas nesta terça-feira pela gestão do presidente interino
da República, Michel Temer (PMDB), a direção da Força Sindical se manifestou através
de Nota Oficial.
O
referido manifesto é assinado pelo presidente da central sindical, o deputado
federal Paulo Pereira da Silva, Paulinho
da Força, que é também presidente do diretório nacional do partido
Solidariedade.
Veja,
abaixo, sua íntegra:
As medidas
anunciadas hoje pelo presidente interino Michel Temer, no Palácio do Planalto,
aos líderes da Câmara e do Senado Federal, reafirmam o compromisso com o
diálogo e são extremamente positivas na medida em que visam o crescimento, a
queda do desemprego e das taxas de juros. Ao reafirmar o compromisso de
debater, de forma democrática e transparente, com as Centrais Sindicais, as
questões referentes a mudanças na Previdência, o atual governo demonstra
inclinação para o diálogo, para a troca de ideias buscando o melhor para o
sistema de Previdência Social e, consequentemente, um futuro melhor para todos.
As mudanças na Previdência têm de levar em consideração que a instituição é um
patrimônio do trabalhador e do cidadão brasileiro. Qualquer alteração terá de
ter como princípio que os aposentados recebam benefícios com valores
suficientes para uma vida digna. Não podemos deixar de destacar que valorizar
as aposentadorias é uma forma sensata e justa de distribuição de renda. Outra
medida que merece destaque é a que se refere aos projetos que modificam a forma
de indicação de membros para os Conselhos dos Fundos de Pensão e Estatais. A
intenção de privilegiar a meritocracia, em vez do “compadrio da boquinha”, só
irá trazer benefícios para a sociedade. É importante destacar, também, a
disposição do novo governo em trabalhar pelo bem comum, mudando a forma de
tratamento do bem público. As novas regras devem trazer critérios estritamente
técnicos visando resultados que serão divididos entre todos com o aumento da
produtividade pública. Acreditamos que o atual presidente Michel Temer seguirá
os caminhos acordados com os trabalhadores e com as Centrais Sindicais nas
reuniões recentemente realizadas, de manutenção de direitos, de articulação
pelo crescimento do País e pela geração de empregos. Entendemos que as medidas
são duras, mas necessárias, uma vez que são direcionadas para o crescimento
econômico e em prol de um País mais igualitário e justo.


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