Os
promotores de Justiça com atuação na área do Patrimônio Público, que
participaram da investigação e da deflagração da Operação Dama de Espadas, Keiviany Silva de Sena, Paulo Batista
Lopes Neto, Hayssa Kyrie Medeiros Jardim e Hellen de Macedo Maciel, diante do
que foi noticiado na imprensa nesta terça-feira (05) sobre uma suposta
procrastinação da deflagração da Operação
Dama de Espadas, manifestam-se nos seguintes termos:
1) A data da
deflagração da Operação Dama de Espadas foi decidida única e exclusivamente
pelos signatários desta nota após as devidas autorizações judiciais, quando as
diligências necessárias, documentadas no processo, foram concluídas;
2) Nunca houve qualquer
interferência do Procurador-Geral de Justiça, Rinaldo Reis Lima, no andamento
da citada operação; a lisura da operação é atestada pelo êxito das buscas e
apreensões e prisões, em ambiente de total surpresa para os investigados.
3) Lamentamos
profundamente que, em uma matéria tratando de uma suposta interferência do
Procurador-Geral de Justiça no trabalho dos promotores do Patrimônio Público,
os veículos de comunicação noticiantes tenham deixado de ouvir exatamente as
pessoas que poderiam esclarecer se houve ou não essa suposta interferência, nós
os promotores do Patrimônio Público.
4) As matérias são
ofensivas ao Procurador-Geral de Justiça e aos Promotores do Patrimônio
Público. Se o PGJ tivesse interferido, significaria que nós os promotores
teríamos admitido essa indevida interferência, procrastinando a deflagração da
operação; e nós repudiamos qualquer ilação nesse sentido.
5) A Promotoria do
Patrimônio Público aguarda que o Supremo Tribunal Federal (STF) destrave a
investigação da Dama de Espadas, que foi suspensa pelo Tribunal de Justiça do
Rio Grande do Norte (TJRN), para que o Ministério Público do Rio Grande do
Norte promova as responsabilizações criminais devidas.


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