quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Femurn: Presidente da entidade solicita apoio TCE/RN e TJRN para as prefeituras

Foto: Assessoria/Femurn
O presidente da Federação dos Municípios do RN (Femurn), Francisco José Júnior (PSD), e prefeitos associados estiveram reunidos com o presidente do Tribunal de Contas do Estado do RN (TCE/RN), Carlos Thompson Fernandes, e o presidente do Tribunal de Justiça do RN (TJRN), Cláudio Santos.
Nas reuniões foram discutidas questões relativas à conjuntura atual da gestão municipal, como o Limite Prudencial, realização de concursos públicos nos municípios, pagamento da Farmácia Básica entre outros.
 É o que destaca informação produzida pela assessoria de comunicação da Femurn, na capital do estado.
Estivemos expondo e pedindo a sensibilidade do Tribunal de Contas para que compreenda o cenário financeiro dos municípios. Muitas prefeituras estão dentro ou acima do Limite Prudencial, e isso é acentuado, sobretudo, pela redução das receitas. A primeira cota do Fundo de Participação dos Municípios deste mês, por exemplo, será cerca de 35% menor se comparada ao do mesmo período do ano passado. Desse modo, pretendemos acordar com o TCE que as despesas com o pessoal dos programas federais sejam retiradas do cálculo final do Limite Prudencial, evitando que prefeitos não sejam punidos futuramente por ultrapassar o limite legal”, explicou o presidente da Federação.
Outro ponto discutido no TCE está na realização dos Concursos Públicos nas cidades.
Nessa questão a Femurn vai tentar, junto ao Ministério Público de Contas (MPC) e Ministério Público do RN (MPRN), encontrar uma linha de ação para orientar os gestores na realização dos concursos conforme o estabelecido pelas entidades.
No TJRN, a questão principal foi o processo referente aos recursos da Farmácia Básica, e assistência farmacêutica que estão atrasados e que os municípios questionam na justiça.
Também foi discutida a questão dos servidores cedidos ao poder judiciário e demais poderes.
O objetivo dos prefeitos seria ceder servidores apenas para aqueles órgãos que arquem com as despesas (ônus).

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