quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Femurn: Presidente sugere que CNM resgate luta pela lei de redistribuição de royalties

Foto: Assecom Femurn
O presidente da Federação dos Municípios do RN (Femurn), o prefeito de Mossoró Francisco José Júnior (PSD), realizou nesta quarta-feira (25), sua primeira visita oficial à Confederação Nacional dos Municípios (CNM), onde discutiu assuntos referentes a autonomia dos municípios potiguares e sugeriu que a CNM resgate a luta para redistribuição dos royalties de petróleo beneficiando pequenos municípios.
O relato é enviado pela assessoria de comunicação da entidade municipalista potiguar.
Com o diretor de gestão da Confederação, Gustavo Cezário, ele discutiu sobre o encontro de prefeitos e vereadores que acontecerá em Natal no próximo dia 20, destacando a importância da participação do presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, no evento que contará com a presença do ministro das cidades, Gilberto Kassab.
Francisco José Júnior falou ainda sobre a luta pela compensação do governo federal aos municípios para cumprir o Piso Nacional Salarial dos docentes.
O prefeito deixou claro que nenhum gestor é contra a medida, mas sem apoio muitos municípios podem não ter como pagar.
“O que temos visto é muita queda de FPM, limitação de repasses para diversas áreas e os municípios estão tendo que arcar com as complementações, muitas vezes sem ter orçamento para isso", disse o presidente da Federação.
Outro tema tratado foi em relação à Lei dos Royalties, que regulamenta a redistribuição e beneficia a maioria dos municípios do Brasil, sobretudo os menores.
Ele lembrou que ela está suspensa por ação cautelar deferida pela ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Carmem Lúcia, que acatou Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI), impetrada pelo governo do RJ.
O presidente da Femurn sugeriu que a CNM reabra a questão no STF.
“A decisão da ministra afeta diretamente a situação financeira dos municípios que tem, nessa redistribuição, uma possibilidade de ampliar suas receitas e promoverem mais investimentos”, destacou Francisco José.

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