A
bancada trabalhista na Câmara dos Deputados, nessas eleições, sofreu o seu pior
revés, desde que o sindicalista Lula da Silva (PT) chegou ao Palácio do
Planalto, em 2002.
Eles
são 83 deputados das mais diversas origens sindicais.
A
partir de 2015 serão apenas 47.
A
reportagem é de Raymundo Costa, publicada pelo jornal Valor, nesta quarta-feira (15).
Uma
quebra de quase 50% na representação.
Isso
num momento em que os sindicalistas reconhecem na presidente Dilma Rousseff
(PT) um governo até mais efetivo que o de Lula, em relação a aprovação de
projetos de interesse da classe trabalhadora – o ex-presidente recebia os
sindicalistas antes de anunciar suas decisões, tomava cafezinho com eles, mas
foi Dilma quem desatou o nó de pelo menos 14 proposições recuperando ou criando
direitos.
Com
Lula, em oito anos, foram nove.


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