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| Gilmar Mauro |
Os
principais grupos de sem-terra e de sem-teto do país já se organizam para
intensificar as mobilizações em 2015.
Tanto
o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) quanto o Movimento dos
Trabalhadores Sem Teto (MTST) não declararam apoio a nenhum dos candidatos no
primeiro turno, mas declararam o voto em Dilma Rousseff (PT) no fim da corrida,
em rejeição declarada a Aécio Neves (PSDB), considerado uma ameaça às conquistas
do período anterior.
A
reportagem é de Camilla Veras Mota, publicada pelo jornal Valor, nesta segunda-feira (27).
Para
Gilmar Mauro, coordenador nacional do MST, o esgotamento do modelo de
crescimento em que “trabalhadores e patrões ganham” – inaugurado pelo PT e
defendido em parte no discurso eleitoral do candidato tucano – e a composição
mais conservadora do Congresso recém-eleito, onde a bancada ruralista contará
com 273 deputados e senadores a partir de janeiro (33% mais que na legislatura
anterior), deve estimular a atuação dos movimentos sociais.
A
agenda de ações começa a ser debatida ainda neste ano.


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