A
reportagem é de Gabriel Bonis e publicada pela Carta Capital.
As
tentativas de aumentar o controle internacional sobre o uso, produção, venda e
armazenamento de munições cluster tiveram resultados “desapontadores” em 2012.
Os
apoiadores da Convenção Sobre Munições Cluster de 2008 não conseguiram
persuadir novos países a aderirem ao acordo que prevê o banimento destas armas.
É
o que indica o relatório anual de armas do SIPRI publicado segunda-feira (03).
O
Brasil é um dos mais importantes produtores de munições cluster do mundo, o
único na América do Sul.
Outros
grandes produtores são China, Egito, Índia, Israel, Coreia do Sul, Rússia e
Estados Unidos.
Nenhum
deles assinou a convenção.

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