A
nota traz ainda dado de pesquisa realizada junto a 333 empresas fluminenses,
que representam mais de 77 mil trabalhadores, que aponta a contribuição como o
principal motivo de preocupação dos empresários atualmente, já que o aumento do
custo de produção gera impacto direto sobre a competitividade.
O
estudo ressalta que a manutenção da contribuição de 10% não mais se justifica,
pois o patrimônio do FGTS e da Caixa Econômica Federal, seu agente operador,
não sofrem mais os problemas financeiros que motivaram sua criação.
A
contribuição de 10% foi incorporada em 2001 à multa de 40% do FGTS e é paga ao
governo, e não ao empregado, para fazer frente ao desequilíbrio entre a
correção dos saldos das contas individuais do FGTS, decorrente dos Planos Verão e Collor I, e o patrimônio do fundo.

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