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| Gary Moore |
Mas,
optamos por registrar que, hoje, nasceu, em 1952, um grande músico que, lamentavelmente,
já nos deixou.
Trata-se
do fenomenal guitarrista irlandês GARY MOORE.
A
vida de quem cresceu em meio às bombas do Exército Republicano Irlandês (IRA) e
às brigas religiosas do pós-guerra refletia-se em seu som de guitarra:
extremamente triste e sofrido, mas também visceral e técnico.
Ele
iniciou a trajetória profissional aos 16 anos de idade, tendo Eric Clapton,
Peter Green e Jimi Hendrix como ídolos, e participando das gravações de um
álbum da banda de folk Dr. Strangely
Stranger.
Pouco
depois, Moore estava no Thin Lizzy, onde conheceu seu conterrâneo, o também
saudoso Phil Lynott.
No
Thin Lizzy, ele colaborou tocando em shows no início da banda e no álbum “Black
Rose” (1979).
Apesar
do fanatismo pelo blues, o jazz também fazia sua cabeça, tanto que foi o estilo
melhor explorado em seu primeiro álbum-solo, “Grinding Stone” (1973), e em sua
breve jornada com a segunda encarnação do Colosseum, batizada de Colosseum II.
Fez
a sua carreira a solo e obteve muito sucesso pela Europa e Japão, com destaque
em duas fases distintas: a mais pesada de discos como "Corridors Of Power”,
“Victims Of Future” e “Wild Frontier" na década de 80 e a mais blueseira e comercialmente rentável de
álbuns como “Still Got the Blues” (1990).
Foi
encontrado morto devido a uma parada cardíaca, num quarto de hotel, no dia 6 de
Fevereiro de 2011, em Estepona, na Espanha, onde se encontrava de férias.
O
Rock ficou mais monótono sem os riffs e
solos deste ímpar guitarrista.
RIP
Gary.

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