quinta-feira, 4 de abril de 2013

Gary Moore

Gary Moore
Um grande número de celebridades da cena Rock aniversaria nesta quinta-feira (04).
Mas, optamos por registrar que, hoje, nasceu, em 1952, um grande músico que, lamentavelmente, já nos deixou.
Trata-se do fenomenal guitarrista irlandês GARY MOORE.
A vida de quem cresceu em meio às bombas do Exército Republicano Irlandês (IRA) e às brigas religiosas do pós-guerra refletia-se em seu som de guitarra: extremamente triste e sofrido, mas também visceral e técnico.
Ele iniciou a trajetória profissional aos 16 anos de idade, tendo Eric Clapton, Peter Green e Jimi Hendrix como ídolos, e participando das gravações de um álbum da banda de folk Dr. Strangely Stranger.
Pouco depois, Moore estava no Thin Lizzy, onde conheceu seu conterrâneo, o também saudoso Phil Lynott.
No Thin Lizzy, ele colaborou tocando em shows no início da banda e no álbum “Black Rose” (1979).
Apesar do fanatismo pelo blues, o jazz também fazia sua cabeça, tanto que foi o estilo melhor explorado em seu primeiro álbum-solo, “Grinding Stone” (1973), e em sua breve jornada com a segunda encarnação do Colosseum, batizada de Colosseum II.
Fez a sua carreira a solo e obteve muito sucesso pela Europa e Japão, com destaque em duas fases distintas: a mais pesada de discos como "Corridors Of Power”, “Victims Of Future” e “Wild Frontier" na década de 80 e a mais blueseira e comercialmente rentável de álbuns como “Still Got the Blues” (1990).
Foi encontrado morto devido a uma parada cardíaca, num quarto de hotel, no dia 6 de Fevereiro de 2011, em Estepona, na Espanha, onde se encontrava de férias.
O Rock ficou mais monótono sem os riffs e solos deste ímpar guitarrista.
RIP Gary.

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