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| Gustavo Oliveira Vieira |
O
Brasil é um dos produtores desse tipo de armamento e se recusa a proibir sua
fabricação.
A
reportagem, de ontem (04), é do portal eletrônico da rádio alemã Deutsche Welle.
"Até
quando a balança comercial brasileira vai se sobrepor à política humanitária e
lucrar com a vida de pessoas?", pergunta Gustavo Oliveira Vieira, coordenador
da Campanha Brasileira Contra Minas Terrestres e Bombas Cluster.
A
pergunta faz referência ao fato de o Brasil, apesar da pressão de ativistas,
não ter assinado a Convenção de Oslo para Erradicação de Bombas Cluster.
Na
opinião dele e de outros ativistas, o Brasil deu um passo à frente quando
ratificou o Tratado de Erradicação das Minas Terrestres, mas deu dois passos
para trás quando ignorou outro tratado, que pede o fim da produção e exportação
de munições do tipo cluster.
A
ONU instituiu o dia 4 de abril como Dia Internacional de Alerta às Minas
Terrestres e Assistência à Desminagem.

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