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| Imagem: Ilustração |
A defesa alegou que a pronúncia é baseada exclusivamente em elementos colhidos durante a fase extrajudicial e pede o reconhecimento da legítima defesa, contudo, o entendimento foi diverso na Câmara Criminal, que negou o recurso movido pela defesa, apontado como responsável pelo delito, que impossibilitou a vítima de se defender, registrra notícia do site oficial do Tribunal de Justiça do RN (TJRN).
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