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| Imagem: João Gilberto/Assessoria |
Entre
as matérias discutidas, votadas e aprovadas na reunião extraordinária da
Comissão de Administração, Serviços Públicos e Trabalho (CASPT) da Assembleia
Legislativa do RN (ALRN), realizada na manhã desta quarta-feira (09), está o
Projeto de Lei nº 118/2020 que cria o Programa de Crédito Especial
Desburocratizado, de forma urgente, para assentamentos e pequenos agricultores
do estado.
De acordo com a propositura, as condições estabelecidas para a implementação serão regulamentas em decreto a ser expedido pelo Governo do Estado.
A proposição tem como foco o financiamento do homem do campo, que, por conta de tudo o que se passa, poderá não ter condições de produção, dificultando também a redistribuição de renda, pois as pessoas não terão o que adquirir, já que agricultor não vai ter como produzir o alimento que será necessário.
“Diante desse cenário, a justificativa considera que os preços dos produtos vão subir de maneira alarmante, e por isso os pequenos agricultores precisam de créditos especiais para a compra de insumos e para a produção de produtos de ciclo curto, tais como legumes e verduras, para que essa produção de ciclo rápido chegue às prateleiras, e, portanto, ao consumo”, diz o texto produzido pela assessoria de comunicação da ALRN.
De acordo com a propositura, as condições estabelecidas para a implementação serão regulamentas em decreto a ser expedido pelo Governo do Estado.
A proposição tem como foco o financiamento do homem do campo, que, por conta de tudo o que se passa, poderá não ter condições de produção, dificultando também a redistribuição de renda, pois as pessoas não terão o que adquirir, já que agricultor não vai ter como produzir o alimento que será necessário.
“Diante desse cenário, a justificativa considera que os preços dos produtos vão subir de maneira alarmante, e por isso os pequenos agricultores precisam de créditos especiais para a compra de insumos e para a produção de produtos de ciclo curto, tais como legumes e verduras, para que essa produção de ciclo rápido chegue às prateleiras, e, portanto, ao consumo”, diz o texto produzido pela assessoria de comunicação da ALRN.


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