| Imagem: Ilustração |
O
Centro Internacional de Negócios (CIN), da Federação das Indústrias do Estado
do RN (FIERN) divulgou as exportações potiguares em novembro (veja AQUI).
Os números do CIN indicam que foram 22,5% maiores que as de novembro do ano passado e 0,3% menores que as de outubro.
Melões, melancias, açúcar, tecidos de algodão e mangas foram os produtos mais exportados no mês respectivamente.
No acumulado do ano as exportações estão 13,2% menores que no mesmo período de 2019 considerando os itens regulares da pauta.
Incluídos os dois itens extraordinários de 2019 (aeronave e turbina), a redução é de 24,9%. Melões, sal, melancias, óleo combustível, tecidos de algodão foram os produtos com maiores valores exportados neste ano até novembro.
Os números do CIN indicam que foram 22,5% maiores que as de novembro do ano passado e 0,3% menores que as de outubro.
Melões, melancias, açúcar, tecidos de algodão e mangas foram os produtos mais exportados no mês respectivamente.
No acumulado do ano as exportações estão 13,2% menores que no mesmo período de 2019 considerando os itens regulares da pauta.
Incluídos os dois itens extraordinários de 2019 (aeronave e turbina), a redução é de 24,9%. Melões, sal, melancias, óleo combustível, tecidos de algodão foram os produtos com maiores valores exportados neste ano até novembro.
Pouco a pouco o
total exportado em 2020 se aproxima dos valores de 2019.
As exportações de melões na safra 20/21 – agosto a novembro – estão 6,7% maiores e as de melancia estão 37% maiores em valor que no mesmo período da safra anterior.
Em tonelagem, ficaram 10,5% e 32,9% maiores respectivamente.
Na balança comercial as importações estão 7% maiores e, de acordo com informação do portal virtual da Federação, a corrente de comércio está 6,4% menor que em 2019.
As exportações de melões na safra 20/21 – agosto a novembro – estão 6,7% maiores e as de melancia estão 37% maiores em valor que no mesmo período da safra anterior.
Em tonelagem, ficaram 10,5% e 32,9% maiores respectivamente.
Na balança comercial as importações estão 7% maiores e, de acordo com informação do portal virtual da Federação, a corrente de comércio está 6,4% menor que em 2019.

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