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| Imagem: Reprodução |
A
obra estava paralisada desde meados de março, em consequência de transtornos
causados pela pandemia da COVID-19, registra informação da assessoria de
imprensa da estatal.
A
construtora contratada, HL Engenharia, estava encontrando dificuldades no
recebimento de material, principalmente conexões de ferro fundido, em razão do
recuo na produção pela indústria.
Reiniciada
a obra, a conclusão está prevista para março de 2021.
O
sistema de esgotamento sanitário de Assú será composto de uma Estação de
Tratamento de Esgotos (ETE), duas Estações Elevatórias, 5.770 metros de rede
coletora e 4.511 ligações domiciliares.
No
total, serão investidos R$ 17 milhões, somados recursos provenientes de
convênios do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e da contrapartida
do Governo do Estado.
Quando
pronto, o sistema levará cobertura de esgotamento sanitário a 42% da área
urbana da cidade, ou seja, beneficiando mais de 17 mil habitantes – a população
de Assú, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é de
57 mil habitantes, sendo 42 mil na área urbana.
O
empreendimento, no entanto, deixa o caminho preparado para benefícios futuros.
Segundo
o Diretor de Empreendimentos da Caern, Fábio Siqueira, a ETE projetada para
Assú tem capacidade para atender até 100% da população da área urbana, a partir
de ampliações das redes coletoras do sistema que serão feitas no futuro.
Hoje,
a população de Assú não conta com serviço de esgotamento sanitário na cidade.


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