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| Imagem: Reprodução |
O
objetivo é coordenar uma atuação articulada entre os órgãos para organizar as
filas com a distância adequada entre as pessoas e condições de higiene que
evitem a propagação da COVID-19, diz informação da assessoria de imprensa da instituição.
Para
a procuradora-chefe do MPF potiguar, Cibele Benevides, “nesse momento de crise na saúde pública, é essencial a colaboração
entre os órgãos para encontrar soluções que reduzam a exposição ao vírus. Não
podemos permitir que a parcela mais pobre da população, ao buscar acesso ao
benefício emergencial, corra riscos ainda maiores de se contaminar com a COVID-19”.
Como
resultado da reunião, ficou definido que as prefeituras atuarão em parceria com
a Caixa na demarcação das calçadas e disponibilização de carros de som para
orientar os clientes.
As
prefeituras também devem se esforçar para criar a figura do desaglomerador, funcionários para
orientar e conscientizar os cidadãos, sem caráter punitivo.
Outra
solução é a busca por locais próximos para acomodar as pessoas, de preferência
espaços públicos, evitando que as filas se formem nas ruas.
Caso
não seja possível, é proposta a colocação de toldos e cadeiras, com o devido
distanciamento.
Os
procuradores do MPF que atuam nas Procuradorias da República nos municípios,
Maria Clara Lucena (Caicó), Victor Queiroga (Assú) e Aécio Tarouco (Mossoró),
também participaram do encontro e acompanharão o cumprimento das diretrizes nas
respectivas regiões.
A
superintendência da Caixa e prefeituras têm prazo de cinco dias para prestar
informações sobre a situação no entorno das agências.


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