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| Imagem: Ilustração |
Responsável
pelo sistema, o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH)
foi representado pelo secretário-adjunto da Secretaria Nacional de Proteção Global,
Alexandre Moreira, ressalta informação da assessoria de imprensa do colegiado.
Ao
aderir ao SNPCT, por três anos, o CNMP se compromete a cumprir objetivos, como
difundir informações e as experiências em relação ao combate à tortura;
executar ações de prevenção a tratamentos ou penas cruéis, desumanos ou
degradantes; e seguir os princípios, os objetivos e as diretrizes do SNPCT,
dispostos na Lei nº 12.847/2013, que instituiu o sistema.
Os
dois representantes, titular e suplente, respectivamente, do CNMP no SNPCT
serão o conselheiro Dermeval Farias, presidente da Comissão do Sistema
Prisional, Controle Externo da Atividade Policial e Segurança Pública
(CSP/CNMP), e o membro auxiliar da mesma comissão Antonio Suxberger.
O
SNPCT tem como objetivo principal fortalecer a prevenção e o combate à tortura,
sobretudo, em locais de privação de liberdade, por meio da articulação e
atuação cooperativa entre organismos e órgãos.
O
sistema facilita o intercâmbio de boas práticas e a articulação entre entidades
responsáveis pelo monitoramento, supervisão e controle desses locais de
privação de liberdade, como penitenciárias, unidades de cumprimento de medidas
socioeducativas, hospitais psiquiátricos, institutos de longa permanência para
idosos.


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